Salto com Vara
O salto com vara é uma modalidade olímpica com grande tradição e praticada já no tempo da Grécia antiga (de Platão e Sócrates). O salto com Vara é uma modalidade não olímpica, relativamente recente (terá uma, duas décadas no máximo) e pratica-se em Portugal (de Patinha Antão e Sócrates). Há indícios claros que a segunda é um plágio da primeira, desde logo o nome da modalidade que, nem a troca do v minúsculo por um V maiúsculo disfarça; a segunda evidência surge com as grandes figuras dos Países em questão: de um lado a filosofia de Sócrates, do outro as fábulas filosóficas de Sócrates; a terceira semelhança torna-se evidente comparando as modalidades em si: na primeira tenta-se atingir um objectivo utilizando uma vara, enquanto na segunda tenta-se atingir um objectivo utilizando o Vara, tendo em conta que em ambos os casos, quanto mais flexível estes forem mais facilmente se atinge o objectivo. Desde que não quebre, naturalmente.
Mas nem tudo são semelhanças. A grande figura da primeira modalidade é o ucraniano Sergey Bubka detentor do recorde mundial desde 1994. Na segunda competição ainda está tudo muito renhido mas pelo que se pode aferir é Manuel Godinho que esta na dianteira. Também para o recorde mundial, certamente. A grande vantagem da segunda em relação à primeira, é a longevidade da carreira já que nesta, pode ir muito além dos 70 anos e não exige grande esforço físico. Desde que os resultados não sejam homologados e os treinos sejam discretos.
Em forma de resumo, quem se sentir feliz em atirar-se de 6 metros para um colchão, em calções apertadinhos (em princípio de Licra) e pense em retirar-se aos 30 e poucos anos deve optar pelo salto com vara. Se gosta de viver num mundo competitivo, frio, insensível, onde se come Robalos em festas de fumeiros, onde as pessoas usam bigode em forma de duas cornijas opostas, opte pela segunda. Garantida em ambas é a Glória: na primeira, a do público, na segunda, a D. Glória, cozinheira em Custóias…

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