Friday, April 22, 2011

Tudo vai correr bem.

Às vezes, só queria que alguém me dissesse que tudo vai correr bem...

Saturday, April 17, 2010

No fim, tudo corre bem...

Acabei de ver um episódio da série "House". É de facto uma das melhores séries de sempre. Mas hoje, foi especial. Não foi sobre o House, as usual. Foi sobre a Cuddy. Uma das mulheres mais sexy da televisão, apesar, ou mesmo por causa disso, dos seus 44 anos. Mas o episódio não foi especial, apenas por causa disso; foi uma lição com happy ending. Porque os happy ending, ao contrário do que muitas vezes pensamos, existem. Começa como um dia normal: exercício, festinhas no bebé, banho, pequeno almoço à pressa e sexo com o namorado ( sim, por esta ordem!). No entanto, tudo começa a correr mal: a filha tem febre, despede uma funcionária, o namorado faz apostas sobre a vida sexual de ambos, há uma disputa entre médicos e tem um contrato para fechar, impossível de ser feito como ela acha que merece. Com o passar do tempo tudo piora: a ama não atende o telefone, a funcionária despedida faz chantagem, o namorado continua a fazer apostas, os médicos em disputa envolvem-se fisicamente numa luta e o contrato fica irremediavelmente cancelado e confirmado por uma conferência de imprensa. Como boa ficção que é, no fim, tudo corre bem... Mas qual a diferença desta história com tantas outras que já vimos na televisão? A diferença é que "House" faz-nos crer que aquilo vai mesmo correr mal. No fim, em vez de tudo correr bem, vai piorar. Tal como a nossa vida, em muitos momentos achamos que as coisas em vez de melhorar, vão piorar. E a verdade é que pioram mesmo. Quando isso acontecer vou lembrar-me deste episódio. Vou pensar que durante este episódio as coisas iam piorar. E pioraram. E que tinha a certeza absoluta que não iam melhorar. Tal como esses momentos da nossa vida. Mas melhoraram... Porque no fim, tudo corre bem... Assim o queiramos!!

Salto com Vara

O salto com vara é uma modalidade olímpica com grande tradição e praticada já no tempo da Grécia antiga (de Platão e Sócrates). O salto com Vara é uma modalidade não olímpica, relativamente recente (terá uma, duas décadas no máximo) e pratica-se em Portugal (de Patinha Antão e Sócrates). Há indícios claros que a segunda é um plágio da primeira, desde logo o nome da modalidade que, nem a troca do v minúsculo por um V maiúsculo disfarça; a segunda evidência surge com as grandes figuras dos Países em questão: de um lado a filosofia de Sócrates, do outro as fábulas filosóficas de Sócrates; a terceira semelhança torna-se evidente comparando as modalidades em si: na primeira tenta-se atingir um objectivo utilizando uma vara, enquanto na segunda tenta-se atingir um objectivo utilizando o Vara, tendo em conta que em ambos os casos, quanto mais flexível estes forem mais facilmente se atinge o objectivo. Desde que não quebre, naturalmente.

Mas nem tudo são semelhanças. A grande figura da primeira modalidade é o ucraniano Sergey Bubka detentor do recorde mundial desde 1994. Na segunda competição ainda está tudo muito renhido mas pelo que se pode aferir é Manuel Godinho que esta na dianteira. Também para o recorde mundial, certamente. A grande vantagem da segunda em relação à primeira, é a longevidade da carreira já que nesta, pode ir muito além dos 70 anos e não exige grande esforço físico. Desde que os resultados não sejam homologados e os treinos sejam discretos.

Em forma de resumo, quem se sentir feliz em atirar-se de 6 metros para um colchão, em calções apertadinhos (em princípio de Licra) e pense em retirar-se aos 30 e poucos anos deve optar pelo salto com vara. Se gosta de viver num mundo competitivo, frio, insensível, onde se come Robalos em festas de fumeiros, onde as pessoas usam bigode em forma de duas cornijas opostas, opte pela segunda. Garantida em ambas é a Glória: na primeira, a do público, na segunda, a D. Glória, cozinheira em Custóias…

Thursday, April 15, 2010

Depois vê-se

Tenho que esperar... Nem me disse que sim nem que não, foi um " depois vê-se"!! É das piores respostas que se pode ter. "Depois vê-se". Mas isto diz alguma coisa? Eu sei que depois vou ver. Isso é certo. Mas vou gostar do que vou ver? Começo a convencer-me que não. Mas já me convenci que sim. E depois que não outra vez. E o "depois vê-se" fica mais longo a cada dia que passa. Mas ela continua cada vez mais linda, mais cativante, mais resplandecente, mais tudo o que me faz gostar dela. Depois vê-se o que vai acontecer...

Monday, April 12, 2010

She´s just not that into you

http://www.youtube.com/watch?v=CwEeGeLn1E4&feature=fvst (é para ouvir enquanto se lê)

Era uma manhã chuvosa, escura, triste… E ela apareceu! Estava acompanhada, mas nem vi com quem. Disse: Bom dia! Chamo-me…… Acho que não ouvi o nome. Estava a ouvi-la de uma outra forma. A face dela era esmagadoramente apaixonável. Tinha uma candura desarmante, a beleza de uma diva, uma expressão facial incrível. Fiquei um pouco inquietado, confesso. O sorriso tímido e desafiante iludiu-me. Por vezes torna-se difícil acreditar que ainda existam pessoas capazes de tal. Mas ali estava ela… Simples e assustadoramente atraente. O dia não mais foi o mesmo. Os dias! Viria eu a saber mais tarde.

Durante uns dias pensei nesse momento. Teria oportunidade de conviver com ela? Certamente que sim. Mas como eu queria? De uma forma pessoal? Privarmos? Conhecermo-nos? Talvez não… Muito provavelmente não. As leis de Murphy provam inequivocamente esta afirmação. Existem excepções? Sim. Mas não na minha vida. Pode ser que haja na dela… Depois… as dúvidas. Ela está numa relação? Reparou em mim? Pensa, nem que esporadicamente, em mim? Não dessa forma… Da outra. Da que eu quero. As respostas eram claras: Está numa relação. Não reparou em mim. Não pensa em mim, nem que esporadicamente. E nem sequer dessa forma pensa em mim.

Os dias foram passando. As recordações tornaram-se menos claras. Os sentimentos adormecidos. As ideias confusas. Subitamente, vemo-nos . Uma e outra vez. E confirmou-se o veredicto. Aquele sorriso desarma-me completamente. Tem o olhar de um felino determinado. O olhar de quem sabe o que quer e quer mostrá-lo apenas com o olhar. É-lhe suficiente. É demasiado forte. Demasiado penetrante. Demasiado…belo!

A personalidade, apresenta-a de uma forma reservada. Mais uma vez, a falsa timidez. A mesma do primeiro sorriso. Há qualquer coisa de desafiante nas acções. Vejo-o claramente. Interpreto-o, abusadoramente, como uma possível reciprocidade. A confiança cresce por cada comentário irónico/sarcástico que me dirige. Falamos a mesma lígua, penso. A vontade de convidá-la é enorme. No limite, chega a ser um peso que não consigo libertar. São muitas questões, muitos receios. Será cedo de mais? Que vai pensar do meu convite dadas as circunstâncias? Como vou saber se está numa relação? Dei por mim a imaginar o encontro. Levá-la-ia a um restaurante, talvez com música ao vivo, teríamos uma longa conversa ao ponto de sermos convidados a sair no fim da noite. Iamos saindo, rindo da situação. Os funcionários facilmente percebem a nossa alegria. A alegria de quem está a conhecer alguém e está feliz com o que conhece. Sorriem cumplicemente. Eu reparo… Ela não. Cá fora tropeçamos nas horas. É muito tarde, apesar de amanhã ser Domingo e podermos descansar. Olho para a expressão dela. É clara como o céu sobre nós. Quer continuar este encontro. Sente-se agradada com a noite e as desconfiaças iniciais desapareceram. Não interessa para onde vamos. Apenas quer continuar a conhecer-me. Convido-a para passearmos na praia, apesar do frio que se sente. Em último caso, cedo-lhe o meu blusão. Ela merece. A noite acaba com dois beijos. Um em cada face. Os primeiros. A face dela é tão macia quanto bela, pensei.

Inesperadamente, uma oportunidade surge. Uma viagem, significativamente distante, para a conhecer melhor. Será que vamos apenas os dois? Como vou mostrar que quero jantar com ela? Convido-a? Assim, sem mais nem menos? Pois. Recebo o e-mail. “Daqui vamos três ,em princípio”… Comigo seriamos quatro. Uma multidão, lembro-me de pensar.

A viagem apenas confirmou o que já suspeitava: Tenho um fraquinho pela…….. Se não tiver cuidado torna-se, facilmente, um fortezinho…É, neste momento, demasiado claro para mim. Ela é linda, interessante, inteligente, tem sentido de humor, extremamente bem formada, irónica, decidida, determinada, emana personalidade, bom gosto… e dezenas de outras coisas que poderia indicar. O facto de perceber nesse dia, a pessoa fantástica que é, paralelamente, fez-me perceber que ela não é da minha liga. Eu estou a meio da tabela. Por vezes tenho que lutar para não descer. Ela, sem se esforçar muito, joga para a Europa. Nem quero imaginar quando se esforça. Depois de semanas a ouvir The Police com “ Every litle thing she does is magic”, está na hora de começar a ouvir uma banda sonora mais realista: The Rolling Stones “ You can’t always get what you want”.

Nuno Sousa 12/03/2010

03:57 a.m.

Sunday, January 18, 2009

Um bocadinho

É reconfortante falar para milhões de pessoas e ninguém nos ouvir... É psiquiatricamente saudável... E como tal, dois anos e pouco volvidos, muito choro, muita "baba e ranho", um namoro e alguns flirts eis que volto com um sinal de alerta: Ela namora outra vez!!!!! Como foi possível o mundo traír-nos outra vez? Aquela cena do destino que tanto se fala, que é infalível, que é justo, que nunca se engana, tornou-se falível, injusto e enganou-se. É difícil explicar como que doeu... Digamos que foi uma pancada seca atrás da orelha que não contava... Daquelas que levam as lágrimas aos olhos. Desta é que é! Tenho a certeza! E... sejamos sinceros: A minha Grace Kelly foi-se...para sempre! Mas não foi toda! Ficou um bocadinho comigo.Um bocadinho que lhe roubei quando Ela era toda minha. Um bocadinho que Ela não sabe que deixou para trás. Um bocadinho que será sempre meu. Um bocadinho que alimentará para sempre o sonho de A ter outra vez para mim. Um bocadinho que me lembrará para todo o sempre, o mal que as pessoas fazem umas ás outras. Um grande bocadinho...

Sunday, September 10, 2006

Porquê?

O meu primeiro post!!
Será que vou ser escolhido para aparecer na rádio comercial??! Isso é que era!! Eu e a Vanda Miranda a apresentar o programa e essas coisas...

"A vida não é lixada, é lixável!!"

E quem nunca a lixou que atire a primeira pedra!! Pronto já chega de atirar! Era só em sentido figurado!!

O reencontro

Lá cheguei eu mostrando confiança como sempre!! No momento exactamente antes de ser posssível ser visto e como estava acompanhado, disse a piada da praxe para sermos vistos a sorrir! é mesmo muito fácil enganar as pessoas algum tempo. E lá estava ela no canto!! Linda como sempre! Pareceu-me estar acompanhada mas facilmente o meu cérebro apagou-o como sempre fez com as coisas que não interessam. Foi como nos filmes! A imagem que ficou daquele meio segundo que a consegui ver, o meu cérebro rapidamente a processou, colocou-me ao lado dela, mudou o ambiente em redor, algumas pessoas que lá se encontravam desapareceram e avançou no tempo até à nossa velhice. Digo-vos, os miúdos estavam formados, a nossa casa era um palácio em pedra com várias empregadas, vi um Ferrari e um Hummer na garagem e a piscina interior com jacuzzi. Os amigos estavam em casa para jantar e todos diziam como ainda estavamos juntos depois de este tempo todo. Disse eu na brincadeira que era dos muitos beijinhos que lhe dava!! Todos se riram e ela olhou para mim apaixonada! Nisto, chamam-me à atenção! " Estás mais magro!!" Era jovem outra vez!! E de facto ela estava acompanhada. " Sim. É o stress do trabalho, sabes? Ás vezes nem dá para comer!!" Antes fosse... Os sonhos ás vezes não se tornam realidade... É verdade!! Então fiquem com o palácio em pedra, o Ferrari e o Hummer e a piscina interior com jacuzzi. um bocado a custo podem levar as empregadas também.Eu apenas a quero a ELA! E poder dar-lhe beijinhos até à mnha velhice!

"A vida não é lixada, é lixável"
By omestredobras

P.S. : No momento em que escrevo isto começa a tocar a banda preferida dela!! Por favor chega de sinais...